segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Aventar

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Portugal reloaded

Posted: 29 Sep 2014 12:00 PM PDT

brigadaSob a égide dos antigos líderes Mário Soares, Almeida Santos, Jorge Sampaio, Ferro Rodrigues e José Socrates, ou figurões como Manuel Alegre, António Costa chegou ontem à liderança do PS.

De regresso ao palco mediático poderão estar canastrões ilustres políticos como Augusto Santos Silva, Pedro Silva Pereira, Mário Lino, Jorge Lacão, José Lello, Alberto Costa ou Vieira da Silva, sem esquecer os paus para toda a obra promissores Marcos Perestrello ou o sempre voluntarioso keynesiano de serviço, que almejará ser um sucedâneo à altura de Carlos Moedas, João Galamba, verdadeira estrela em ascenção no partido desde que o ex-primeiro ministro e estudante em Paris o incluiu na lista de deputados ao abrigo de quotas, pelo desempenho demonstrado em blogues que distintamente bajularam o querido líder o serviram.

Perante tão valioso plantel e face ao descrédito que o actual governo almejou, é caso para pensar que o PS regressará em breve, a troika será um pouco mais tarde…


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O Estado do Sítio

Posted: 29 Sep 2014 07:17 AM PDT

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O “presidente de todos os portugueses” está em Braga… a população rejubila…


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As 4 mentiras de “pormenor” de Passos Coelho

Posted: 29 Sep 2014 06:12 AM PDT

Mente

(foto: Viriato à Pedrada/Sem Rodeios)

No programa Eixo do Mal desta semana, Daniel Oliveira chamou a atenção para as 4 mentiras de pormenor a que Passos Coelho recorreu no Parlamento numa tentativa inglória de salvar o que restava da sua falsa imagem de candura. A saber:

  1. Passos Coelho optou por não receber a subvenção vitalícia: ou se recebe esta ou se recebe o subsídio de reintegração e como Passos requereu o subsídio de integração, não poderia sequer requerer a subvenção vitalícia que, em todo o caso, só pode ser requerida a partir dos 55 anos;
  2. Passos Coelho escolheu não receber o acrescento salarial de 10% decorrente da condição de deputado em exclusividade: não podia recebê-lo uma vez que recebia 15% decorrente de se encontrar na qualidade de vice-presidente da bancada parlamentar do PSD;
  3. Passos Coelho foi ilibado pela PGR: não foi ilibado de coisa nenhuma pois como o crime prescreveu, a PGR não tem competência para o julgar logo não tem competência para o ilibar;
  4. Passos Coelho começou a trabalhar na Tecnoforma em 2001: no seu livro Mudar, o ainda primeiro-ministro afirma que optou por fazer o curso de economia enquanto trabalhava na Tecnoforma, curso esse que terminou em 2001 e começou, na melhor das hipóteses, em 1997, isto considerando que não terá chumbado qualquer ano e que o curso teve uma duração de 5 anos.

Perante tudo isto, o leitor terá duas hipóteses: ou acredita na honestidade do homem que faz da mentira uma arma política, ou acredita nos factos, aos quais se acrescentam os aqui citados, e, fazendo uso da lógica, percebe que o primeiro-ministro é um impostor e um incompetente até na arte da mentira. Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente? Talvez Marco António Costa nos consiga enquadrar nesta contradição.


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Saia um piropo para a Mesa do Rato, que o Brilhante foi ao museu

Posted: 29 Sep 2014 04:00 AM PDT

brigada

Os romanos tinham um aforismo que não resisto a citar: "asinus asinum fricat". Sem pretender insultar asininos ou políticos, quando li que o Professor Marcelo terá dito que António Costa era um dos seus alunos mais brilhantes, foi o que me disparou a memória. É que, por princípio, desconfio de "jotas" e de quem, na vida real, pouco ou nada mostrou no uso da sua formação académica. Marcelo, pelos vistos, gosta. É a ensiná-los, criticá-los ou a bajulá-los que ganha a vida.

Dir-me-ão: Ah! Mas António Costa exerceu advocacia. Dizem que começou a exercer, de facto, em 1988, numa altura em que já era deputado na Assembleia Municipal de Lisboa, com portas abertas, portanto, até porque fazia parte do Secretariado do PS. E, pelos vistos, três anos depois, já tinha abandonado por motivações políticas. Sim, a política (se vadia, tanto melhor) é bem mais saciável do que ler extensos códigos e ter que trabalhar para viver, fazendo alegações em juízo. Por alguma razão, um dos seus gurus, que também chegou a Primeiro-ministro, tenha começado a máscara de trabalhador, desenhando umas mal-amanhadas casas na Câmara da Guarda, como Agente Técnico, que era assim que se chamava na altura.

Da AM de Lisboa passou a deputado eleito na AR, o salto natural. E malgré tout, em 1993, apenas conseguiu ser vereador da Câmara Municipal de Loures. As suas funções governativas iniciaram-se numa Secretaria de Estado, foi depois Ministro dos Assuntos Parlamentares, da Justiça, foi por inerência vice-Presidente do Parlamento Europeu, para onde foi eleito deputado. Passou ainda pela pasta da Administração Interna, que abandonou para se candidatar a Alcaide de Lisboa, onde esteve até agora. Em resumo, os cargos que dão trabalho, António Costa abandona-os a meio, um pouco antes ou um pouco depois, mas sempre com tempo para auscultar as pitonisas: como Oscar Wilde, porque as tentações na política são muitas, António Costa cede-lhas depressa, mas retira-se antes do fim, na busca de mais brilho com menos trabalho. Aguentá-las, só mesmo porque dá mais trabalho ir à luta. Melhor deixar os adversários a cair de podres, é só abocanhar

Há oito anos, agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique, a sua aura parecia, de facto, condenada ao brilho dos grandes palcos da Nação. Mas continuava na Capital, ultrapassado por não menos palavrosos correligionários no topo da pirâmide socialista. Onde se cuida mais das honras privadas e jogos de poder do que do interesse nacional. Normal, por isso, o facto de, com apenas alguns anos de liderança assegurada em Lisboa, tenha escolhido o vazio socialista para empunhar a bandeira da liderança do Rato, com uma corte de arquétipos em desuso, mas que lhe renderam frutos: António Costa com a sua verborreia embandeirada é agora o líder, empurrado por dinossauros: Mário Soares, Manuel Alegre, Almeida Santos e quejandos, as fénixes renascidas pela mão envernizada (brilhante) do novo líder.

Ao brunir a vitória de António Costa, o Professor Marcelo, com a sua venalidade política, entre Gregori Iefimovitch (Rasputine) e Richelieu, está a enviar ao Secretário-Geral do PS o relato de Dioniso de Halicarnasso, depois das batalhas de Heracleia e de Ásculo. Pelo menos, Pirro soube responder àquele que lhe dava os parabéns pela vitória: "uma vitória como esta arruinou-me completamente". Claro que isto remonta a 280 aC, onde havia mais guerreiros e menos políticos.

Nesta coisa de lendas, a vitória de António Costa pode ser mais uma vitória cadmeana: dinheiro para comprar a carteira, o Brilhante arranjou; falta saber como vai agora arrumar dinheiro para lá meter, porque, entre intrigas e sms, e mão no pêlo da cultura, noblesse oblige e dá votos, António Costa vai ter que continuar a comprar verniz, e o vil metal não abunda. Como abundam os novos inimigos

Contudo, Mário Soares pode sonhar descansado: a Sua Fundação poderá prosperar de novo quando AC for Conde Portucalense. Se for. Alcaide deixou de ser, da Olisipo. Embora vá regressar em part-time, presumo!

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Nota: Eu sei que a ideia de brilhantismo oportunista tem vários contraditórios. Marcelo prefere dizer brilhante; os que fizeram o curso com AC, e tiveram sucesso profissional, preferem dizer oportunista.

Em que ficamos? Piropo versus insulto, bajulação versus inveja?

Eu quero voltar para a Ilha. Ou para Pasárgada, que, lá, sou amigo do Rei! E o Rei de Pasárgada não está cercado, nenhum Rio o espreita para o afogar, por entre juras de fidelidade. Amorosíssima. Tal como António Costa, o Brilhante, fez com António Seguro, o José.

Quando se perdem os aliados mais importantes na batalha, nunca será uma vitória sem preço. Ficar-se-á sempre à mercê dos outros, os que se esconderam para que possam manobrar à vontade. Se até António Costa aprendeu isso, por que razão não hão-de ensinar essas e outras diabruras nas escolas para predadores políticos. E há alunos tão brilhantes nos colégios para jovens políticos que querem ser ministeriáveis na adolescência! Por isso, criam fundações e museus para os dinossauros. E têm, nessas universidades iniciáticas, cadeiras de envernizamento.

Marcelo é o titular da cadeira de bajulação insidiosa. Consta que até Stolypine, Kekovtsov e Yussupov não perdiam nenhum dos livros que Marcelo, numa das anteriores encarnações, vendia numa banca às portas da Corte da czarina Alexandra.

Pois, hoje é segunda-feira, os museus estão fechados. Abram a Fundação do Oriente para a festa!


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Passos Coelho assume funções de Calimero

Posted: 28 Sep 2014 05:24 PM PDT

Calimero

Com a saída de cena de António José Seguro, Pedro Passos Coelho parece agora posicionar-se como herdeiro natural do capacete casca de ovo que até agora pertencia ao Calimero socialista. Pobre homem! Isto das tecnoformas e das ONG’s é tudo uma armadilha porque ele, coitado, afronta os interesses instalados e, ao que tudo indica, um mensageiro – possivelmente o próprio Vasco – terá informado o primeiro-ministro que o seu governo não iria durar muito. José Gomes Ferreira já nos tinha alertado para a possibilidade de Ricardo Salgado estar por trás das denuncias referentes aos “remedeios” e omissões de Passos Coelho. Marques Mendes, o homem que ajudou a fundar o CPC sem saber como funcionava, afirmou que o erro de Passos foi o timing das suas explicações ao país, já que a sua seriedade não lhe oferece dúvidas. Já Marco António Costa relembrou-nos estes dias que o primeiro-ministro é um referencial de ética e transparência, Penso que estarão reunidas todas as condições para que Passos Coelho seja a nossa nova vítima até às próximas Legislativas.


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FMI apoia combate ao Ébola

Posted: 28 Sep 2014 04:46 PM PDT

com 102,5 milhões de euros. Isto em termos de austeridade fica por quanto?


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Aguarda-se intervenção dos bombardeiros ocidentais da paz

Posted: 28 Sep 2014 04:35 PM PDT

Seguro sai pela porta traseira…

Posted: 28 Sep 2014 02:20 PM PDT

…e cruza-se com Sócrates a entrar.


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