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- Solidário com António Costa
- Sem sistema
- Rescrever a História? – II
- Peninsulares
- Praxes no Meco
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- Bustos
- Intenção
- Explicação aos Músicos
| Posted: 02 Oct 2014 12:39 PM PDT Estarei sempre, numa parte: contra os ataques racistas de que vai ser alvo. O professor Vítor Cunha dá o mote. Filed under: curtas Tagged: blogoesfera, Vítor Cunha |
| Posted: 02 Oct 2014 07:58 AM PDT Do famigerado Citius nem vale a pena falar (sobretudo depois da compilação de asneiras que o A. F. Nabais aqui deixou há dias), mas na última semana também encontrei um centro de saúde sem sistema informático e agora mesmo um arquivo de identificação civil que substituiu o sofisticado sistema de distribuição de senhas por uma artesanal folha A4 com um conselho de outros tempos: "Pergunte quem é o último." Antigamente os sinais do apocalipse poderiam ser pragas de insectos, água que se convertia em sangue, estranhos sinais nos céus. Hoje em dia é ouvir repetidamente, nos sítios mais insuspeitos, a resposta "não posso fazer nada, estou sem sistema". Lembram-se de quando se dizia (também) aos informáticos para saírem da sua zona de conforto? Pois é. Filed under: política nacional, sociedade Tagged: arquivo de identificação civil, Citius, informáticos, sistema informático |
| Posted: 02 Oct 2014 02:46 AM PDT
-O assunto nem merece toda esta polémica que se levantou à volta dos bustos. Mas estão porque não retirar os quadros de todos os Presidentes da República que estão expostos no Palácio de Belém. Durante 40 anos ninguém levantou a questão. Nestes 40 anos em sucessivas audiencias aos diversos P.R. terão passado extremistas e radicais durante o PREC, enquanto líderes de oposição Álvaro Cunhal, Carlos Carvalhas, Jerónimo de Sousa ou Francisco Louçã entre outros. Quando este programa foi para o ar na RTP, ocupava o Palácio de Belém como chefe de Estado, Mário Soares. Será ele também um perigoso revisionista que pretende branquear o passado? Os quadros podem ficar expostos em Belém, mas os bustos em S.Bento já são intoleráveis? Porquê agora, passados 40 anos? Ou tem apenas a ver com o momento político e querem à força arranjar mais uma disputa ideológica? Filed under: política nacional Tagged: história, sociedade |
| Posted: 01 Oct 2014 11:00 PM PDT
Imaginam vária imprensa e imensos blogues a glorificarem um criminoso de guerra e terrorista confesso por altura do seu falecimento nesses dois países, ou numa Bélgica ou Holanda? Estão a ver os partidos de um governo na defesa da “memória” de um Hitler (que até foi eleito), das estátuas de Estaline ou pregando por Petain? Neste canto da Europa, o ibérico, também a desgraça nos une. O governo espanhol e o português juntam-se na mesma mistificação, são governos sabonete, lavam e ainda perfumam. Somos o canto das ditaduras que não soubemos extirpar, uns trocaram a democracia pela desonra dos seus milhares de heróis assassinados pelo bárbaro Franco, nós deixámos que lentamente o Estado Novo seja visto com a brandura habitual proclamada pelos seus herdeiros. Somos a vergonha da Europa. Filed under: política internacional Tagged: ditaduras, história, revisionismo |
| Posted: 01 Oct 2014 07:12 PM PDT |
| Posted: 01 Oct 2014 04:31 PM PDT |
| Posted: 01 Oct 2014 03:59 PM PDT Já cá faltavam as boas almas a desancarem o PCP, os Verdes e o BE pela oposição que aqueles partidos manifestaram à presença dos bustos dos “presidentes” nomeados por Salazar na exposição da Assembleia da República. Pois eu subscrevo o protesto daqueles deputados. E isso não tem nada a ver com o “apagar da história” com que tanto se preocupam alguns. Deixando de lado o facto de a exposição de bustos ter sempre associada a ideia de homenagem – dou de barato que não será esse o caso – a questão é de saber se o tempo que vivemos é a 2ª ou a 3ª República, ou seja, se o período fascista foi uma fase da República Portuguesa. Se esse regime se plasma numa “res-publica”, coisa do povo, coisa pública. Na minha modesta opinião, não. Logo, é totalmente desadequado classificar os três títeres fascistas como “presidentes da república”, já que tal república não existia. Não podemos ficar reféns da dicotomia república-monarquia. Diria mesmo, talvez para escândalo de alguns, que a monarquia constitucional em Portugal teve momentos mais próximos dos valores republicanos que o Salazarismo. Filed under: política nacional Tagged: república, salazar |
| Posted: 01 Oct 2014 03:00 PM PDT Quem já pegou num livro de psicologia ou, mais simples ainda, quem teve um puto a jogar à bola dentro de casa sabe que as coisas se partem por obra e graça do espírito santo. “Partiu-se”, “Não fui eu”… Tenho pensado muito nisto quando vejo no poder pessoas como Nuno Crato ou como a Paula Teixeira da Cruz. A existência de um erro isolado é algo absolutamente natural e, em alguma medida, compreensível. Mas, um olhar atento para a matriz desta governação permite perceber que estamos longe de encontrar um acto isolado. Até parece que há uma intenção deliberada de destruir tudo o que é serviço público. São os concursos de professores, aliado ao aumento do número de alunos por turma e ao investimento no ensino privado. É a Ministra Paula Teixeira da Cruz que resolveu meter um pilar da democracia e do estado de direito dentro de um computador avariado. São os laranjinhas da UGT que assinaram um acordo com o governo que retira dinheiro à segurança social para pagar o aumento do salário mínimo. Educação. Justiça. Segurança Social. Podia trazer aqui outras dimensões, mas penso que estas referências são suficientes para que, pelo menos, se questione o governo: incompetência ou intenção?
Filed under: política nacional Tagged: direita, esquerda, governo, incompetência, oposição |
| Posted: 01 Oct 2014 02:22 PM PDT Hoje, no Dia Mundial da Música, acompanhamos as notícias que dão conta das políticas insensíveis e boçais de que são vítimas os Conservatórios deste país. E se a proximidade e os afectos me fazem lamentar, desde logo, a situação no Conservatório de Coimbra, o que vejo e ouço faz-me solidário com todos os que sofrem idênticos ataques. Um governo que, ostentando a perversidade dos estúpidos aliada à persistência bronca dos obcecados, nem sequer consegue fingir a ilustração com que outras direitas poliam os seus desvarios, levanta-nos a inevitável pergunta sobre as razões de tanta cegueira. O Vate, da lonjura dos tempos, explica-nos:
É o caso. Filed under: cultura Tagged: música |
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