Aventar |
- Um politico zangado
- Escolas sem professores
- Super Mário regressa…
- Ativadas? I’ve smelled a rat
- Hammerfest, 1945
- Regresso ao tempo dos coronéis?
- Sustenham a respiração:
- Subserviência linguística:
- 25 de Abril sem chaimites, sempre
- Dia Mundial do Professor
| Posted: 06 Oct 2014 12:57 PM PDT
Marinho e Pinho, eurodeputado a prazo, foi entrevistado por Maria Flor Pedroso. Retrato de um político zangado, a derrapar nas curvas do seu próprio discurso. Cativará os votos do crescente magote de insatisfeitos com os políticos? Eu cá acho difícil mas, depois de meia dúzia de tiros ao lado, prognósticos só no fim do jogo. Vale a pena ouvir. Filed under: política nacional Tagged: Marinho e Pinto |
| Posted: 06 Oct 2014 10:13 AM PDT Este filme de terror prova uma coisa: o quadro de tantas escolas está por preencher. Não é um erro só do Crato, mas dos seus antecessores. Filed under: curtas, educação Tagged: colocação de professores, quadro de escolas |
| Posted: 06 Oct 2014 09:47 AM PDT |
| Posted: 06 Oct 2014 08:00 AM PDT ![]() © Brian Cliff Olguin for The New York Times (http://nyti.ms/1pGZbGN) Como aconteceu ao James Bond, no final de Os Diamantes São Eternos, "I’ve smelled a rat”. De facto, quando se lê 'ativar' em vez de 'activar' ou 'ativo' em vez de 'activo', num texto aparentemente escrito em português europeu, devemos desconfiar. Sendo verdade que o Mouton Rothschild é um clarete, também não podemos esquecer que 'ativar' e respectivas formas flexionadas são características do português do Brasil. Para que não haja dúvidas, consultemos a Folha de S. Paulo:
Efectivamente: 'neurônios' e 'ativa' (como "em uma região" ou "em um local", mas essa é outra conversa) indicam-nos que estamos a ler um texto escrito em português do Brasil. Por isso, ao contrário daquilo que se lê no Expresso, as células nervosas identificadas por John O’Keefe não são *ativadas. Aliás, basta ler-se o texto de Ana Gerschenfeld, no Público de hoje, para rapidamente se perceber que "certas células se activavam". Exactamente: activavam. O Comité Nobel é claro
Por esse motivo, é incompreensível esta adaptação do Expresso:
Dito isto, parabéns a John O'Keefe, May-Britt Moser e Edvard Ingjald Moser. Filed under: acordo ortográfico, ciência & tec. Tagged: 007, Ana Gerschenfeld, Edvard Ingjald Moser, Expresso, Folha de S. Paulo, James Bond, John O'Keefe, jornal Público, May-Britt Moser, Mouton Rotschild, nobel, Nobel da Medicina, Sean Connery, thelma |
| Posted: 06 Oct 2014 07:39 AM PDT Ecos de um discurso vácuo e a memória de uma eleição extraordinária – a ler. Filed under: curtas Tagged: âncoras e nefelibatas, cavaco silva, discurso, hammerfest, Noruega |
| Regresso ao tempo dos coronéis? Posted: 06 Oct 2014 05:40 AM PDT Parece que a extrema-direita brasileira acordou hoje com hipóteses de regressar ao Planalto. Da salgalhada que é o sistema político brasileiro, onde ainda domina a Globo embora os televangélicos tenham conquistado algum terreno, resulta também a anedota de para os nossos jornalista Aécio ser o candidato socialista e social-democrata, que deve ser a área política de Passos Coelho, Dilma será trabalhadora e eu sou a Josefa de Óbidos. É um risco que em termos internacionais, em particular para a América latina, pode ser um retrocesso grave. Mas que terá as suas vantagens: quero ver o “neoliberais” saudosos da ditadura a esfrangalharem a economia brasileira, a levarem com o povo nas ruas (povo pobre mesmo pobre, que os outros já lá andaram), e pode ser que a esquerda ganhe juízo. Desde que não acabe em ditadura militar (o que é sempre uma ameaça e vontade não lhes falta), às vezes a social-democracia aprende quando perde. E Dilma tem muito a aprender nas suas cedências aos oligarcas. Filed under: política internacional Tagged: brasil, eleições |
| Posted: 06 Oct 2014 02:58 AM PDT |
| Posted: 05 Oct 2014 04:52 PM PDT não bastava já o desonesto Acordo Ortográfico, o ingresso da Guiné Equatorial na CPLP e vai agora um filme português com legendas para o Brasil? Por acaso, houve já alguma novela brasileira com legendas em Portugal? Filed under: curtas |
| 25 de Abril sem chaimites, sempre Posted: 05 Oct 2014 03:44 PM PDT José Xavier EzequielMarinho e Pinto, nada à vontade com a utilização pouco católica da célebre barriga de aluguer, que agora o obriga a assumir a paternidade da criança e a ganhar um vergonhoso ordenado no Parlamento Europeu, fundou hoje o seu próprio partido. Foi em Coimbra. Chamou-lhe Partido Democrático Republicano, uma ideia praticamente genial. Não só é democrático, como é mesmo republicano, o clássico dois-pelo-preço-de-um do Minipreço. Melhor ainda, fez a sua activação (como agora se diz no mundo da publicidade) no dia da República. É muito bem visto. Assim, à primeira vista. Contudo, em Portugal, onde (excepto o hilariante PPM) todos os partidos são republicanos e, até por razões constitucionais, são também democráticos, chamar a um novo partido — Democrático Republicano — é o mesmo que chamar vinho tinto ao vinho tinto e vinho branco ao vinho branco. Ficamos a saber o mesmo. É um PRD sem general, aquele perfume revolucionário na frase, "Tal como as nacionalizações não foram irreversíveis, as privatizações também não o serão”, a incessante busca de um novo e verdejante "25 de Abril sem chaimites". No mundo empresarial, este expediente seria liminarmente proibido: não se pode registar um cabeleireiro chamado Cabeleireiro, uma tasca chamada Tasca ou um bordel chamado Bordel. Porém, no subportugal partidário, tudo é possível. Para usar a sonora adjectivação do arrependido do MPT, um autêntico "regabofe". A verdade é que ainda existe um Partido Popular Monárquico (tudo junto, no mesmo partido) e até um Partido dos Animais e da Natureza. Por isso, já nem consigo ficar espantado por ver o fundador de um novo partido afirmar, no exacto dia da sua fundação — "Queremos pôr termo ao monopólio dos partidos." Filed under: política nacional Tagged: 5 de Outubro de 1910, 5 de Outubro de 2014, José Xavier Ezequiel, Marinho e Pinto, Marinho Pinto, Marinho&Pinto, MPT, Partido Democrático Republicano, PPM, PRD, república |
| Posted: 05 Oct 2014 03:34 PM PDT No Dia Mundial do Professor, é importante lembrar que o Ministério da Educação, que teve vários meses, para não dizer anos, para preparar um concurso de professores, conseguiu a proeza de falhar redondamente. Em consequência disso, houve professores mal colocados. Nuno Crato pediu desculpa e prometeu que ninguém, incluindo professores, seria prejudicado. Tendo em conta o que sabemos sobre o chefe do governo, seria surpreendente que uma promessa fosse mantida por algum dos seus subordinados. Assim, há centenas de professores que, ao fim de três semanas de aulas, serão obrigados a mudar de escola e/ou de terra, o que, para muitos, acontecerá pela segunda vez este ano lectivo. Para além disso, há milhares de alunos que serão afectados por mais uma mudança. Hoje, é o Dia Mundial do Professor. Em Portugal, os professores estão a ser maltratados desde 2005. Neste Dia Mundial do Professor, leia-se a história da professora Céu Bastos que, sendo de Bragança, foi colocada em Constância, para, pouco tempo depois, ser obrigada a ir para o Algarve. Mesmo que esta fosse a única vítima de um erro ministerial, haveria sempre demasiadas vítimas. Nuno Crato, tal como as suas duas antecessoras, não merece perdão e desejo-lhe um resto de vida muito feliz longe da Educação. No entanto, cada vez mais dou por mim a perguntar-me se uma classe tão agredida e tão passiva terá menos culpas que ministros destes? Filed under: educação Tagged: Céu Bastos, colocação de professores, escolas, nuno crato, professores, professores contratados |
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