Aventar |
- A ministra que difarça
- ¿Y en lengua portuguesa?
- Crato nobelizado
- “Trolls just want to have fun”
- O efeito perverso da legalização das drogas – II
- A palavra deste governo já é válida por dois meses
- Vamos fazer uma Casa dos Segredos professores? ep.1
- O manicómio
- A óptica é óptima: parabéns ao Expresso
- O mercado não perdoa…
| Posted: 08 Oct 2014 02:00 PM PDT
Não é a primeira vez, eu cá até já conto quatro, quem a “alegada ministra da justiça” recorre ao tema da pedofilia quando precisa de desviar atenções. Aí está novamente em acção. A seguir virá a lista de homicidas, que eu cá tenho direito a viver ao lado de gente santinha. Filed under: política nacional Tagged: justiça, paula teixeira da cruz, pedofilia |
| Posted: 08 Oct 2014 12:00 PM PDT ![]() dpa / Erwin Elsne (http://bit.ly/lobo-antunes) O Expresso decidiu adaptar para português este pequeno excerto do testamento de Alfred Nobel:
Aquele ‘idealisk’ é objecto de luminosa interpretação, neste comentário de Sture Allén. O mote para a adaptação do Expresso foi uma entrevista de Horace Engdahl ao jornal La Croix, com a jornalista Sabine Audrerie a citar uma já conhecida tradução francesa (cf. Le Figaro e Le Point):
Aparentemente, a tradução inglesa consagrada
terá servido de base à versão portuguesa do Expresso, pois
Efectivamente, denunciado o papel da letra consonântica c em ‘direcção’, era perfeitamente escusado, logo a seguir, dar-se cabo da qualidade grafémica do texto: Como sabemos, a excelência ortográfica está viva e recomenda-se. Post scriptum: “¿Y en lengua portuguesa?”, perguntava Winston Manrique Sabogal, há um ano. No dia 14 de Novembro, “le plus grand écrivain portugais vivant” andará por estas bandas. E amanhã? Amanhã, era um Nobel, sff. O Jerusalém, o Nonino e o Duke of Cocodrilos não chegam (a propósito de Duke of Cocodrilos, convém sempre regressar aos excelentes textos da Carla Romualdo). Filed under: acordo ortográfico, cultura Tagged: Alfred Nobel, antónio lobo antunes, Carla Romualdo, Duke of Cocodrilos, Expresso, Horace Engdahl, La Croix, Le Figaro, Le Point, nobel da literatura, nonino, Sabine Audrerie, Sture Allén, Winston Manrique Sabogal |
| Posted: 08 Oct 2014 10:28 AM PDT Vi tudo. Na Assembleia da República o ministro Nuno Crato enfrentava as questões postas pelos deputados da oposição (dos grupos parlamentares afectos ao governo só vieram débeis balbucios). E então, enquanto o ministro e respectivo secretário de estado tentavam navegar naquela tempestade, entendi o olhar dos premiados pelo Nobel da Medicina este ano. É que, quando se esperava que o padrão de actividade das células de posicionamento – “place cells” – do hipocampo viessem sobrepor-se à grelha celular abstracta – “greed cells”- permitindo aos sujeitos orientarem-se pelos marcos politicamente relevantes que a situação apresentava, tal não aconteceu. Esta interacção falhou e os dois políticos não obtiveram a expectável orientação, apresentando um comportamento entre o errático e o cataléptico. “Portaram-se como baratas tontas, queres tu dizer!” – protestareis vós. E com razão, foi mesmo isso que aconteceu. Mas com linguagem neurológica premiada a coisa tem outra frescura, outro gabarito, reconheçam. Filed under: educação Tagged: nuno crato |
| “Trolls just want to have fun” Posted: 08 Oct 2014 10:08 AM PDT Sim, os ‘trolls‘. Como as ‘girls‘, na canção da Cindy Lauper. Agora, há um estudo. Filed under: curtas Tagged: cindy lauper, trolls |
| O efeito perverso da legalização das drogas – II Posted: 08 Oct 2014 09:56 AM PDT Este estudo não muda o essencial da questão, nem sequer a discussão pode ficar limitada à Canábis. Várias substâncias à venda, como o alcóol ou tabaco também podem causar dependência. E apesar do Filed under: economia, sociedade Tagged: drogas |
| A palavra deste governo já é válida por dois meses Posted: 08 Oct 2014 07:58 AM PDT
3 de Agosto de 2014: "BES: Governo garante que contribuintes não vão suportar custos" 8 de Outubro de 2014: "Maria Luís admite: sim, o Novo Banco pode ter custos para os contribuintes" Apesar de tudo, sempre é uma melhoria, já houve promessas que duraram ainda menos. Filed under: política nacional Tagged: bes, contribuintes, governo, Maria LUís Albuquerque, novo banco |
| Vamos fazer uma Casa dos Segredos professores? ep.1 Posted: 08 Oct 2014 06:12 AM PDT Andrea Osóriosegredo 1 – Menti nos subcritérios da BCE Quer partilhar o seu segredo? Filed under: educação Tagged: concursos, professores |
| Posted: 08 Oct 2014 05:13 AM PDT Santana Castilho *O grotesco do caos em que o início do ano lectivo se transformou vai do cómico ao dramático. Sob a tónica da insensatez do desvairado que o dirige, o Ministério da Educação e Ciência assemelha-se a um manicómio gerido pelos doentes. A última paciente, a directora-geral da Administração Escolar, decidiu sambar na cara de milhares de alunos, pais e professores: com a coragem própria dos cobardes, mandou os directores despedirem os professores anteriormente contratados. Sim, esses mesmos em que o leitor está a pensar. Aqueles a quem o ministro Crato (entretanto desaparecido atrás da palavra que não tem) garantiu, na casa da democracia, que não teriam qualquer espécie de prejuízo quando ele, ministro incompetente, corrigisse o enorme disparate para que acabava de pedir a desculpa da nação. Leio que são 150 nestas condições. Contratos antes assinados, agora rasgados. Como o daquela colega de Bragança, colocada em Constância a 12 de Setembro e reenviada para Vila Real de Santo António a 3 de Outubro. Casa alugada com caução perdida. Filha a mudar de escola outra vez. Confiança no Estado caída na lama, a reclamar, pelo menos em nome da decência mínima e última, que algo aconteça. Porque não se trata da consciência que o ministro não tem. Trata-se da obrigação republicana de quem o nomeou. Retomo o que já anteriormente escrevi. Navegar por entre a teia kafkiana da legislação aplicável aos concursos de professores é um desesperante exercício de resistência. Só legisladores mentalmente insanos e socialmente perversos a podem ter concebido, acrescentando sempre uma nova injustiça à anteriormente perpetrada. Leiam as 1347 páginas das listas de subcritérios, agora tornadas públicas, verdadeiro hino à liberdade de disparatar, e ousem dizer-me que não tenho razão. Os concursos de professores tornaram-se coreografias sinistras, danças macabras de lugares para despedir docentes. É isso que está em causa. Não as reais necessidades das escolas, muito menos as do país vindouro. A distorção nas representações sobre as condições de exercício da profissão docente, ardilosamente passada pelo Governo para a sociedade em geral, atingiu o limite do suportável e ameaça hoje a própria integridade profissional dos professores, que não se têm afirmado suficientemente vigorosos para destruir estereótipos desvalorizantes. Com tristeza o digo, mas a classe dos professores manifesta-se cada vez mais como uma classe de dependências. E quem assim se deixa aculturar, dificilmente compreenderá o valor da independência e aceitará pagar o seu custo. Quando o Papa proclama, em boa hora, que não há mães solteiras, mas tão-só mães, nós, classe docente desunida, demoramos, primeiro, e somos inconsequentes, depois, a dizer que não há professores de primeira e professores de segunda, mas tão só professores. Caímos na armadilha de calar as aspirações legítimas de uns com o retrocesso das aquisições de outros, contentes por termos evitado o vandalismo maior que o Governo projectava para todos. Enquanto isto, a colega de Bragança enche o carro com as tralhas de mais uma mudança de casa e ruma a Vila Real de Santo António, engolindo a raiva. Sem que uma solidariedade operante, atempada, impeça que a calquem. O que este Governo mudou no sistema de ensino português terá consequências cujo alcance não está a ser percebido pela maioria dos portugueses. Mas há um universo, o dos professores, que se assume como espectador num processo em que é actor. Por omissão, concedo. Com gradientes diversos de responsabilidade, volto a conceder. Mas com o ónus global de não dizer não. Um não veemente quanto necessário para pôr cobro aos dislates de uma política que nos reconduz ao passado e nos recusa o futuro. A crise financeira e económica não justifica o pacifismo reinante face à crise da democracia. Os sindicatos, as associações profissionais, os directores de escola e os professores, pese embora o que têm feito, o que dizem e escrevem, acabam por ser espectadores num processo em que, historicamente, serão julgados como actores. Actores de uma tolerância malquista, que vai poupando a besta que não os poupa. A arrogância, o ódio aos professores, a ignorância sobre a realidade do sistema educativo e das escolas e a impreparação política e técnica são os eixos identificadores daquilo que poderemos designar por bloco central de governo da Educação da última década. Se apelarmos à memória, salta à vista a convergência ideológica entre Maria de Lurdes Rodrigues e Nuno Crato, relativamente ao papel dos professores. Uma ou outra divergência quanto a processos não apaga o essencial. Do outro lado da barricada, a classe dos professores não interiorizou, enquanto tal, a dimensão política da sua profissão. E, em momentos vitais das lutas a que tem ido, soçobrou por isso. * Professor do ensino superior (s.castilho@netcabo.pt) Filed under: educação Tagged: concurso de professores, directores de escolas, ministério da educação, nuno crato, professores, santana castilho |
| A óptica é óptima: parabéns ao Expresso Posted: 08 Oct 2014 04:00 AM PDT Segundo o Expresso, Stefan Hell, Eric Betzig e William Moerner
Efectivamente: óptica.
Filed under: acordo ortográfico, ciência & tec. Tagged: Eric Betzig, Expresso, Nobel da Química, Stefan Hell, William Moerner |
| Posted: 08 Oct 2014 03:55 AM PDT Alguém recorda uma certa OPA sobre a PT? Na altura foi considerada hostil, Zeinal Bava o homem que mais terá trabalhado para o fracasso da fusão com a Sonaecom, sai agora pela porta dos fundos na Oi, consequência da ruinosa decisão de Henrique Granadeiro, entretanto caído em desgraça, na compra de papel comercial da Rioforte. O mercado é implacável, desde que o Estado fique quieto, como deve. Filed under: curtas Tagged: economia, pt |
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