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- A problemática da condecoração socrática
- Medalhas
- Apetece-me recordar
- Ao ver o salário diminuir desta forma…
- Pedro Marques Lopes trucida o cherne no DN
- Mário Almeida traça o rumo dos escalões jovens
- Se a informação tem autoestradas, então deve pagar portagem
- «O impasse [deliberado]
- Fábulas de transparência parte II
- Europa, querida Europa
| A problemática da condecoração socrática Posted: 28 Oct 2014 02:00 PM PDT Alguns jornais portugueses, como o I ou o Diário de Notícias, dão hoje conta desse imperativo do campo da ética e da moral, de singular importância para o país e para os portugueses, que diz respeito às condecorações de antigos primeiros-ministros, neste caso Pedro Santana Lopes e José Sócrates. Trata-se de uma questão que, a par do problema das contas públicas ou da situação do BES, constitui um motivo de especial preocupação para todos. Países civilizados não deixam primeiros-ministros por condecorar e é sabido que este tipo de condecorações tem impacto directo nos juros da dívida e nas notas atribuídas pelas santíssimas agências de notação financeira norte-americanas. Adiar um problema destes é adiar o futuro do país pelo que este é um debate urgente e central para Portugal.
O problema é que o gajo a condecorar é o Sócrates. Foda-se! Condecorar o Sócrates??? Está tudo maluco… Condecorar o Cavaco, o Soares, o cherne, o Guterres, o Ferreira do Amaral, o Armando Vara, o Mira Amaral ou o Braga de Macedo? Tudo bem. Até o João Jardim foi condecorado carago!!! Agora condecorar o infame do Sócrates, responsável por todos os problemas deste país, da morte de D. Sebastião às 3 bancarrotas em democracia, passando pelo BPN, pelo BES, pela Dona Branca ou pela subida de Salazar ao poder, é algo que não se pode tolerar. Ser desonesto? Tudo bem. Roubar o país? Deixa-se passar. Ser o bode expiatório favorito da direita para toda a eternidade? Isso nem pensar, é exilar já o gajo em Paris que isto tem requisitos mínimos. Para além de que o trafulha já anda a ganhar uns trocos na RTP à custa dos nossos impostos. Bom bom era pô-lo na Barca do Inferno com a Manuela Moura Guedes que era isso que ele merecia. Imaginem o deleite que seria ver aquela coisa estranha (refiro-me, claro, a MMG) a condecorar o animal socrático com perdigotos de botox. Filed under: política nacional, vária Tagged: condecoração, josé sócrates, ordem de mérito |
| Posted: 28 Oct 2014 01:26 PM PDT Cavaco, Santana Lopes (ahahah), Barroso, e mais tarde ou mais cedo Coelho. Qual é o problema com Sócrates? Filed under: curtas Tagged: condecorações |
| Posted: 28 Oct 2014 12:17 PM PDT
Artigo publicado durante a campanha eleitoral das legislativas de 2011 Isto é só para recordar a condição de flagrante mentira como arma política por parte deste governo. Não é novidade nenhuma? Pois não. Mas é verdade. E, é bom não esquecer, é sobre este prisma que tudo o que este governo diz deve ser lido. Filed under: política nacional Tagged: mentira, passos coelho |
| Ao ver o salário diminuir desta forma… Posted: 28 Oct 2014 11:25 AM PDT |
| Pedro Marques Lopes trucida o cherne no DN Posted: 28 Oct 2014 09:24 AM PDT |
| Mário Almeida traça o rumo dos escalões jovens Posted: 28 Oct 2014 08:30 AM PDT
Alguns agentes desportivos portugueses fazem já parte desta comunidade e, recentemente, Mário Almeida, o coordenador técnico da Federação e seleccionador nacional, escreveu um artigo na página, salientando as virtudes da participação dos escalões de formação nacionais nos Campeonatos Autonómicos de Espanha, e revelando pormenores do lançamento da ideia, que teve a sua génese em Luis Ciancia, um dos maiores treinadores argentinos e distinto técnico de renome da Federação Internacional, recentemente falecido, e que passou pelo hóquei português em boa hora, apesar de incompreendido pelo executivo da época, ao ponto de ter sido dispensado prematuramente sem concluir a obra que abraçara e lançara. E assim se mandou embora aquele que poderia ter mudado a modalidade no nosso país. Idiotices, quiçá cretinices, que, de vez em quando, acontecem um pouco em todas as áreas, ou não fosse o prestígio e a competência de Luis uma mais-valia que deveríamos ter explorado até à saciedade em prol do hóquei português. Até porque ele se tinha apaixonado pelo hóquei português. Não obstante, Ciancia deixou frutos nos técnicos nacionais, entre os jogadores, e ajudou a que outro argentino, também pouco aproveitado pela estrutura federativa, Ezequiel Paulón, passasse por cá, posteriormente, ele que também deixou obra feita, mantendo-se ainda como referência para largos sectores, da formação à competição. Incondicional de Luis Ciancia, e seu braço direito, Mário Almeida, volvidos todos estes anos, dá agora à estampa, no artigo, o que se passou em 2006, na Catalunha, e que permitiu que os escalões de formação participassem regularmente, a partir só de 2010, nos já mencionados Campeonatos Autonómicos do país vizinho, que passaram a ter uma face manifestamente ibérica. Sendo uma ideia de 2006, partilhada por Luis Ciancia, Leandro Negre (na altura, presidente da Europeia; hoje, presidente da Federação Internacional), Martin Colomer (que era presidente da Federação espanhola), Narcis Carrió e Mário Almeida, baseava-se num conceito simples de Luis: Portugal não deveria gastar dinheiro com deslocações caríssimas à Croácia, Hungria ou Lituânia, para disputar europeus B e C de baixo nível, se podia crescer e preparar-se à sombra do hóquei espanhol com custos muito, mas muito, menores. A unanimidade foi imediata, por parte dos espanhóis, e, em 3 minutos, estavam lançadas as bases para que, hoje, estejamos na divisão maior europeia, no escalão de sub 21, desiderato que conquistámos brilhantemente em Lousada, no último verão.
Perguntar-se-á então por que raios, concluída a aceitação espanhola, ao mais alto nível, em 2006, só a partir de 2010 a participação portuguesa se tornou regular. Simples: porque um qualquer Secretário de Estado do Desporto, com uma mente pequenina, pequenina, se lembrou de, provincianamente, clamar pelo patriotismo, recusando-se a jogar como província espanhola, preferindo provas europeias. Só que se esqueceu de pagar esse gosto caro… antes, de ano para ano, foi garroteando as verbas para o desporto amador. Coisas de gente menor! Mário Almeida termina o artigo, assim: "Para mim, como responsável dos seleccionados de Portugal, é uma grande honra e um enorme prazer participar nesta competição. Uma honra, porque podemos estar ao lado de vocês (as autonomias espanholas) e um prazer por termos a oportunidade de estar com tantos e tantos amigos", onde salienta Santi Deo e Jose Antonio Gil que "nos tratam com todo o carinho do mundo e nos ajudam no que podem". Mas foi pena ter-se perdido um quadriénio, tendo agora o corpo técnico da Federação de queimar etapas para que consigamos uma selecção competitiva na Divisão A de sub 21 anos. E, sem preconceitos ou falsos pudores, vamos lá participar nos Campeonatos Autonómicos. Ninguém nos tira a nossa identidade como portugueses. Filed under: desporto Tagged: Campeonatos Autonómicos de Espanha, formação, Hóquei em Campo, Luis Ciancia, Mário Almeida, Selecções jovens |
| Se a informação tem autoestradas, então deve pagar portagem Posted: 28 Oct 2014 07:52 AM PDT
Basicamente é isto que diz o governo da Hungria ao querer colocar um imposto real sobre algo virtual – a circulação de bits. Dirão que é ridículo, e eu concordarei, mas não temos nós, para citar apenas um exemplo, uma fiscalidade verde com o pretexto de ser boa para o ambiente, quando, cinismo à parte, se trata essencialmente, de aumentar o imposto sobre os produtos petrolíferos? Já o governo húngaro diz que serão os fornecedores de Internet, e não os consumidores, a suportar este imposto, apesar dos primeiros dizerem que a factura irá mesmo para os consumidores. Onde é que, entre nós, ainda recentemente, ouvimos este argumento de novos impostos serem pagos pelas empresas e não pelos consumidores? Pois, foi exactamente na questão da cópia privada, com a SPA e governo a dizerem que a taxa sobre memórias e armazenamento digital não recairá sobre os consumidores. Agora, com a pressão nas ruas, o governo húngaro ofereceu-se para baixar o novo imposto, sem no entanto desistir desta ideia peregrina. À semelhança do que por cá fez o governo quanto ao imposto da cópia privada, baixando-o mas, mais importante, mantendo a intenção de o aplicar, apesar da injustiça que está na sua base. Com tantas semelhanças entre o nosso governo e o congénere húngaro, vão-se preparando. É uma questão de tempo até que a sede de impostos chegue onde nem lhe passava pela cabeça que tal fosse taxável. Sim, sim, isso em que está a pensar também. Filed under: sociedade Tagged: #pl118, #pl246, hungria, Imposto sobre a Internet, Lei da Cópia Privada, SPA |
| Posted: 28 Oct 2014 07:06 AM PDT é uma forma de conservar o poder, o estatuto, os privilégios de quem os detém (…).» António Pinto Ribeiro, sempre na mouche, fazendo as relações certas entre memória e esquecimento, o que vemos e nos vê, e sobretudo entre o que não se diz e a devastação da Europa. A que apenas poderemos contrapor «vanguardas ásperas e precisas», diz. Ásperas e precisas, tomem nota. Filed under: curtas, sociedade, vária Tagged: antónio pinto ribeiro, decadência, desigualdade, europa, impasse, privilégios |
| Fábulas de transparência parte II Posted: 28 Oct 2014 06:47 AM PDT Depois da lata de Passos, a canonização por José António Saraiva. A coisa é tão absurda que até as mentiras eleitorais tentou branquear. Estaremos a entrar numa nova fase de manipulação à la Relvas? Filed under: curtas Tagged: josé antónio saraiva, manipulação, passos coelho, sol |
| Posted: 28 Oct 2014 04:08 AM PDT Quando julgamos ver-te um sinal de compaixão e humanidade, tiras-nos em seguida o tapete de debaixo dos pés.
Filed under: política internacional, sociedade Tagged: Ébola, áfrica, belgica, europa, expulsão, imigrantes |
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